Arquivo para ‘Entrevista’

16/03/2011

A verdadeira causa do terremoto de 2008 no Brasil

No dia 22 de abril de 2008 os Estados de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro foram atingidos por um tremor de 5,2 graus na escala Richter. Na época pesquisadores do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) afirmaram que a região do terremoto (270 km da cidade de São Paulo, no Oceano Atlântico) “tem uma atividade sísmica grande por ser uma plataforma continental”. Praticamente três anos depois Frederico Antônio Kluser Eghel conseguiu uma entrevista exclusiva com um Brigadeiro das Forças Armadas Brasileira que lhe revelou toda a verdade por trás deste incidente.
Para preservar a identidade do entrevistado passaremos a chamá-lo de Rui.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Prezado Rui, primeiramente quero agradecê-lo por nos conceder esta entrevista, especialmente num momento tão delicado vivido pelos japoneses após terremotos, tsunami e ameaça de radioatividade nuclear. Afinal, trataremos de um assunto um pouco nebuloso em nossa história recente.
Rui – É um prazer conversar com você Frederico. E te confesso que foi em virtude destes trágicos acontecimentos no Japão que eu te procurei para revelar toda a verdade.
F.A.K.E. – Então nos conte o que realmente ocorreu no dia 22 de abril de 2008?
Rui – Antes Frederico é importante lembrar que no ano de 2007 a Petrobrás anunciou a descoberta da área de Tupi, na Bacia de Santos, com grandes concentrações de petróleo e gás, em área de pré-sal.
F.A.K.E. – Mas qual a relação entre os acontecimentos?
Rui – Como vou passar a te explicar tais fatos estão profundamente interligados.
F.A.K.E. – Como assim? Continue …
Rui – Após a descoberta da área de Tupi os engenheiros da Petrobrás detectaram que o Brasil não possuía equipamentos necessários para efetuar uma perfuração capaz de satisfazer a necessidade de extração do petróleo e gás. E em tratativas com engenheiros do governo norte-americano eles encontram uma solução rápida, digamos assim.
F.A.K.E. – Qual solução?
Rui – Perfurar a área bombardeando-a.
F.A.K.E. – Mas isso é possível? E não teria outra alternativa?
Rui – Demais alternativas fariam com que levassem anos, talvez décadas para se iniciar a exploração e tanto foi possível que fizeram e em 2009 já iniciaram a produção de petróleo na área de Tupi.
F.A.K.E. – Mas se houvesse ocorrido uma perfuração deste modo, ou seja, por intermédio de bombardeio não seria possível esconder isto da população.
Rui – Daí que você se engana, caro Frederico. Você acredita realmente que a marinha norte-americana gasta bilhões de dólares para passear com seus porta-aviões simplesmente para fazer treinamento?
F.A.K.E. – Explique melhor…
Rui – Ora, Frederico, no dia 22 de abril de 2008 a marinha norte-americana, juntamente com as marinhas brasileira e argentina realizaram exercícios militares no Rio de Janeiro. Inclusive o nome do porta-aviões americano era George Washington.
F.A.K.E. – Bem no dia do terremoto.
Rui – Isso mesmo Frederico. Coincidência? Claro que não. Porém, os engenheiros não esperavam que o bombardeio para perfurar a camada de pré-sal fosse originar o terremoto. Contudo, como não houveram maiores danos para a população foi possível inventar desculpas ilógicas e a imprensa logo esqueceu do assunto.
F.A.K.E. – Mas o que os norte-americanos ganharam com isso?
Rui – Não sei se você sabe Frederico mas o Brasil possui exclusividade para exploração do pré-sal na ZEE (zona de exploração exclusiva). E poderia reivindicar a exploração além desta zona se comprovada que faz parte da mesma área da plataforma continental. Pois bem, os E.U.A. selaram um acordo com o Brasil para independente das camadas de pré-sal além da ZEE estarem na mesma área da plataforma continental, eles, os norte-americanos, que irão explorar tal área.
F.A.K.E. – Incrível isto tudo.
Rui – Mas pode acreditar, tanto que a vinda de Obama para o Brasil servirá para assinarem tal acordo.
F.A.K.E. – Rui, obrigado, novamente, pela sua disponibilidade.
Rui – Eu que agradeço, pois fico mais tranqüilo em revelar tais fatos para a sociedade!

Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

16/11/2010

Caso Enem: A verdade por trás das fraudes

Frederico Antônio Kluser Eghel esteve aqui ontem, em pleno feriado, para entrevistar uma fonte sobre os problemas que ocorreram no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM.  Importante lembrar que em 2009 houve o vazamento de uma prova e neste ano ocorreu problemas no cabeçalho de uma das provas.

Para conversar sobre este assunto Frederico recebeu o telefonema de uma fonte dentro do próprio Ministério da Educação, a quem chamaremos de Nelson.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Nelson é um prazer conhecê-lo e quero desde já agradecer a confiança em mim depositada.
Nelson – Eu que agradeço Seu Frederico. Lá no Ministério o pessoal lê muito as suas entrevistas e eu particularmente gostei demais da entrevista sobre a Plataforma da Petrobrás.
F.A.K.E. – E o que te fez me ligar, Nelson?
Nelson – Bem seu Frederico eu trabalho lá no Ministério já faz alguns anos. E do ano passado para cá eu tenho ouvido muitas coisas por aqueles gabinetes, sabe!
F.A.K.E. – Que coisas?
Nelson – Sobre esses rolos de provas, licitações, vazamentos de informações.
F.A.K.E. – Então é tudo armado dentro do próprio Governo?
Nelson – Não seu Frederico. Mas o pessoal lá do Ministério sempre soube que algo assim poderia acontecer.
F.A.K.E. – Mesmo? Por que?
Nelson – Ah, seu Frederico. Um concurso desses envolve muito dinheiro e tem muita gente de interesse nisso. Neste ano mesmo o Ministério Público está investigando uma possível fraude na licitação do ENEM.
F.A.K.E. – Eu li sobre esta notícia. Mais que pessoas teriam interesse? A oposição? Para tentar abalar a imagem do Presidente?
Nelson – Não, seu Frederico. Mas na verdade podem ser pessoas ligadas a dois setores.
F.A.K.E. – Quais?
Nelson – Nesse tempo que estou lá percebi movimento de pessoas ligadas às empresas de realização de Concursos e, também, ligadas aos cursinhos Preparatórios para o vestibular.
F.A.K.E. – E o que eles ganham com o ENEM?
Nelson – Aí que está seu Frederico, eles não ganham nada, eles perdem. As empresas de Concursos querem ter o poder de administrar todo o processo de elaboração, aplicação e correção das provas, e os cursinhos possuem um medo terrível na queda de alunos, pois a nota do ENEM pode ser utilizada nos vestibulares e, também, para o PROUNI.
F.A.K.E. – É verdade. Então as fraudes são uma forma de difamar e acabar com o exame?
Nelson – Isso eu não tenho como afirmar, né! Mas o senhor não leu a entrevista do ex-presidente do INEP, onde ele questiona a utilidade do ENEM? Então eu acho que é isso mesmo.
F.A.K.E – Mas Nelson, pessoas não percebiam que você estava ouvindo tudo?
Nelson – Sabe seu Frederico, nós que usamos uniformes somos seres invisíveis. Ninguém percebe a gente não.
F.A.K.E. – Infelizmente, é uma verdade. Então, me resta novamente agradecer pela entrevista.
Nelson – De nada.

Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

25/10/2010

O suposto crime passional envolvendo a morte de PC Farias

Desde o dia 13 de setembro que Frederico Antônio Kluser Eghel não realiza uma entrevista aqui no Alameda1976. Isto porque andou recebendo algumas ameaças após a divulgação de suas últimas entrevistas. Então, Frederico preferiu fazer uma viagem e deixar a poeira baixar. Mas ele está de volta e trata de um assunto bastante misterioso: a morte de PC Farias, eventual “testa de ferro” das corrupções no Governo Collor.

Para conversar sobre este assunto Frederico entrevistou novamente o Conde.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Conde é um prazer revê-lo e novamente poder entrevistá-lo.
Conde – O prazer em ajudar é todo meu, Frederico.
F.A.K.E. – Um dos grandes mistérios de nosso tempo é a morte de PC Farias, tesoureiro da campanha do presidente Fernando Collor. Ele foi assassinado pela namorada Suzana Marcolino, como afirmou o laudo do legista Badan Palhares?
Conde – Claro que não Frederico. É público e notório que o Badan, de forma premeditada, ou não, equivocou-se em seu laudo.
F.A.K.E. – Como assim?
Conde – O Badan estabeleceu que Suzana Marcolino matou PC Farias e depois se suicidou. Contudo, para ela ser a autora do crime jamais a bala poderia ter a trajetória que tomou. E Badan para justificar essa trajetória afirmou que ela teria 1,67 de altura, quando na verdade ela tinha entre 1,53 e 1,57. E já afirmo que nenhum sapato de salto com 10cm foi encontrado no quarto.
F.A.K.E. – Então ambos foram assassinados?
Conde – Isso mesmo.
F.A.K.E. – Mas qual a razão?
Conde – Bem Frederico, vou te confessar que dentro da roda de amigos que freqüento três são as prováveis possibilidades.
F.A.K.E. – Quais são elas?
Conde – Uma delas e realmente a mais plausível de ter ocorrido foi uma discussão política e de família entre PC Farias e seu irmão Augusto Farias. Este último descontente com as atitudes do irmão, que inclusive o ameaçava constantemente, decidiu ali tomar uma providência e assassinou a sangue frio o próprio irmão e sua namorada. Depois armou toda uma história com os seguranças da casa de praia.
F.A.K.E. – E as outras duas possibilidades?
Conde – Uma delas leva a crer que a mando de uma pessoa do governo Collor um matador de aluguel teria sido contratado para dar cabo à vida de PC que estava disposto a conceder uma entrevista para uma grande rede de televisão onde prometera revelar situações absurdas da campanha do ex-presidente. O assassinato ocorrera na praia e posteriormente com a ajuda de dois seguranças da própria vítima, que foram devidamente remunerados, limparam toda a cena do crime e o cadáver. Contudo, não esperavam a presença de Suzana Marcolino. Porém, seu assassinato contribuiu para criar uma história para a morte.
F.A.K.E. – E a última possível causa do assassinato?
Conde – Frederico, esta talvez seja a mais simples mas, também, a mais incrédula das possibilidades. Um ex-namorado de Suzana Marcolino, então respeitável Senador da República pessoalmente teria ido até a casa de praia, remunerado os seguranças de PC Farias, e com o conhecimento do irmão da vítima, teria se vingado da suposta traição de Suzana com PC, quando esta, ainda era amante do Senador. Matou os dois e obrigou Augusto Farias a “limpar a sujeira”.
F.A.K.E. – E o nome deste Senador?
Conde – Caro Frederico, eu costumo todo mês me encontrar ainda com esta pessoa, tu achas mesmo que eu vou dar o nome dele!? (risos)
F.A.K.E. – Então é mais um crime sem solução?
Conde – Isso mesmo, Frederico. Como tantos outros neste país.
F.A.K.E – E sobre o assassinato do então prefeito de Santo André Celso Daniel, o Conde sabe algo para nos contar?
Conde – Quem sabe Frederico, quem sabe.
F.A.K.E. – Então já deixo o convite para em outra oportunidade nos falar deste assunto.
Conde – Vejamos …

Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

15/10/2010

Estúdio Democrático – Rádio ALESC

O Estúdio Democrático é um programa de rádio comandado pelo jornalista Eduardo Rocha na rádio virtual da Assembléia Legislativa de SC.

Nesta última quarta (13/10) tive o prazer de participar do programa, quando discutimos, dentre outros assuntos, o resgate dos mineradores chilenos e o panorama político atual.

Quer conferir?

Parte 1
Parte 2

13/09/2010

A verdade sobre o atentado de 11/09/2001

Muitos pensam que sabem o que ocorreu no dia 11 de setembro de 2001. Porém, ninguém quer realmente entender o que houve.
Por isso, Frederico Antônio Kluser Eghel foi procurar uma fonte segura dentro do Estado Norte Americano para nos contar o que realmente ocorreu naquele fatídico dia. Nossa fonte, como de costume, não será revelada e passaremos a chamá-la de Richard.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Boa tarde, Richard.
Richard – Boa tarde, Fred.
F.A.K.E. – Richard, fontes oficiais nos contaram que os ataques ocorridos contra os E.U.A. no dia 11 de setembro foram organizados pela Al-Qaeda o que gerou a invasão do Afeganistão e posteriormente do Iraque.
Richard – Como tudo ao longo do tempo, a história é narrada pelos vencedores e não pelos derrotados. Então, tem-se a história contada por fontes oficiais do Governo Americano, que nunca prenderá os responsáveis por tais ataques, afinal, elas estão andando calma e tranquilamente em solo americano. O maior império não foi o Romano e o pior dos ditadores não foi Hitler. Vivemos numa época pior do que as de antigamente. Hoje inocentes morrem sob a argumentação de defender “os meus”.
F.A.K.E. – Como assim?
Richard – O que importava naquela época e passou a importar a partir de então (pensa um pouco) na verdade desde o fim da chamada Guerra Fria, era defender “os meus”. Só que “os meus” não era em si uma raça, uma etnia ou uma religião. Mas sim interesses políticos e econômicos.
F.A.K.E. – Você está querendo dizer então que não foi um ataque terrorista?
Richard – Fred, quem compõe a  Al-Qaeda? Bin Laden para os E.U.A. é apenas uma fonte com informações importantíssimas contra o próprio governo. Assim como era Sadam Hussein que trataram logo de por um fim nele. Havia armas químicas no Iraque?
F.A.K.E. – Mas então o que realmente ocorreu no fatídico 11/09/2001?
Richard – Uma cúpula do poder norte-americano, que reservarei o direito de não dizer o nome, um mês antes do ocorrido, se reuniu em uma das salas da Casa Branca e decidiram, detalhadamente, tudo o que viria a ocorrer um mês depois.
F.A.K.E. – Já que não queres dizer quem eram, e não vou te obrigar, não podes dizer quem elas representavam?
Richard – Estavam ali representantes da Casa Branca, das Forças Armadas e dos poderes político e econômico norte-americano.
F.A.K.E. – Então os edifícios foram realmente demolidos?
Richard – Isso mesmo. Cada explosão detalhadamente cronometrada. Cada câmera devidamente bem instalada para registrar o ocorrido. E cada desculpa e medidas prontas a serem faladas e colocadas em prática.
F.A.K.E. – Mas precisava atacar as torres gêmeas? E o pentágono? E os supostos terroristas?
Richard – Ora, Fred, As torres precisavam ser demolidas, e não somente as “gêmeas”, mas as três torres. A menor, também, ruiu, mesmo sem ter sido acertada por nenhum avião, mas poucos falam sobre. No pentágono você não viu destroços de qualquer avião. E quanto aos terroristas já se possuía a relação dos supostos nomes 30 dias antes do evento. Lembra do que te falei. Tudo devidamente planejado. Você realmente acredita que os E.U.A. não conseguiriam antever um ataque destes antes de ocorrer? Já assistiu V de vingança? Apesar de ser ficção esclarece muito bem a forma que se faz um Governo Autoritário e de Direita.
F.A.K.E. – E qual a razão de tudo isso?
Richard – Três fatores foram preponderantes para o que ocorreu no dia 11 de setembro. Uma de ordem econômica, outra de ordem política e econômica e uma outra de ordem simplesmente política. A primeira, de ordem econômica diz respeito aos cofres que existiam no sub-solo do World Trade Center, na noite anterior valores extratosféricos foram retirados por caminhões e posteriormente depositados em três contas bancárias de instituições financeiras em paraísos fiscais, sendo uma do presidente da empresa financeira, outra do representante do Governo e a terceira, com valor um pouco menor que as duas anteriores, para futuros financiamentos de eventuais “atentados terroristas”. Todo o valor, supostamente queimado, foi resgatado por empresa seguradora e pelo próprio governo americano.
F.A.K.E. – Incrível. E os outros dois fatores?
Richard – O de ordem política diz respeito ao papel do Governo norte-americano que estava sendo questionado e precisava se posicionar em defesa de seus interesses no oriente médio. E o de política e econômica tem relação direta com a necessidade de renovar o estoque dos armamentos bélicos, cujas empresas foram as principais financiadoras da campanha do então presidente dos E.U.A. Fácil constatar que tudo foi prontamente arquitetado para que os E.U.A. pudessem então tomar todas as atitudes de “combate ao terrorismo”. Inclusive constroem um muro para separa os E.U.A. do México. Tipo muro de Berlim … tipo Hitler … Mas a maioria aceita as tais “versões oficiais”. O que vãos fazer?
F.A.K.E. – É verdade, Richard. Nos resta contar a verdade e esperar que ela possa chegar nos ouvidos do maior número de pessoas possíveis.
Richard – É Fred, quem sabe …

Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

06/09/2010

Revelações sobre o furto da taça Jules Rimet

Em 1970 quando a seleção brasileira de futebol conquistou o tricampeonato, garantiu o direito de ficar em definitivo com a Taça Jules Rimet.
Porém, em 1983 o troféu foi furtado da sede da CBF.
Frederico Antônio Kluser Eghel foi procurado por um Senhor que chamaremos apenas de Conde que nos revelará novas informações sobre tal furto.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Boa tarde, Conde. Como vai?
Conde – Boa tarde, Frederico.
F.A.K.E. – Conde, antes mesmo de nos contar sobre o que você sabe acerca da taça Jules Rimet gostaria de lhe perguntar como sabe das informações que nos prestará?
Conde – Bem, Frederico, o que posso dizer é que faço parte de um grupo de pessoas que exerce uma certa influência em determinadas situações em nosso país e até do mundo. E naquela época, mais precisamente no réveillon de 83 uma das pessoas deste grupo, do qual participo, me revelou o que realmente ocorrera.
F.A.K.E. – Mas e por que revelá-las agora?
Conde – Caro, Frederico, além de te reconhecer seu potencial como jornalista gostei muito das informações que apresentaste sobre o desastre na Plataforma P-36 da Petrobrás. Admito que eu não tinha conhecimento daquelas informações. Porém, já em relação à morte do Papa João Paulo I, de Tancredo e sobre a final da Copa de 1998, não revelaste nenhuma novidade para mim. Mas gostei muito do que li e tomei esta decisão de lhe dar as verdadeiras informações acerca da taça Jules Rimet.
F.A.K.E. – Então, dessas entrevistas anteriores, tens algo a acrescentar?
Conde – Frederico, meu caro. Prefiro não opinar sobre o que escreveste. Com certeza teria muitas coisas a acrescentar, principalmente na morte de Tancredo. Mas vamos nos ater ao meu propósito de lhe falar sobre a Taça Jules Rimet. Pode ser?
F.A.K.E. – Claro, Sr. Conde. Mas é verdade que três brasileiros e um argentino planejaram o furto da taça?
Conde – Não é verdade. A verdade é que eles participaram do furto da taça. Mas não foram eles quem planejaram.
F.A.K.E. – Quem planejou então?
Conde – Frederico, lhe contarei o fato, mas não direi o nome. Me faltariam provas e poderia ter que responder a processos e, infelizmente, não tenho mais idade para me ocupar com essas preocupações.
F.A.K.E. – Então, se é verdade que Peralta, Bigode e Barbudo participaram do furto e que entregaram o troféu para o argentino Juan Carlos Hernandes. O que de novo o Sr. teria para nos contar?
Conde – Digamos que antes mesmo do furto propriamente dito, Juan Carlos Hernandes foi contratado por alguém para fazer réplicas da Taça Jules Rimet.
F.A.K.E. – Réplicas? Então foi mais do que uma?
Conde – Perfeito, Frederico. Depois, a mesma pessoa que mandou fazer as réplicas mandou contratar os assaltantes para furtarem a taça Jules Rimet. Ou seja, tanto na sala de troféus da CBF quanto no cofre haviam réplicas da taça.
F.A.K.E. – E onde estava ou está a verdadeira Jules Rimet.
Conde – Eu não vi, mas chegou aos meus ouvidos que ela está ornando devidamente a biblioteca de uma certa figura importante de nossa nação, que para somente poucas pessoas admite ser a verdadeira Jules Rimet. É isso, Frederico não tenho mais o que falar. Mas quem sabe um dia o Hernandes, se é que ainda esteja vivo possa nos revelar a verdade.
F.A.K.E. – Obrigado Sr. Conde. Espero poder entrevistá-lo em outras oportunidades.
Conde – Quem sabe, Frederico, quem sabe.

Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

30/08/2010

Os mistérios que cercam a morte de João Paulo I

O Pe. Albino Luciani mais conhecido como Papa João Paulo I, ou ainda, como Papa Sorriso, teve seu papado interrompido 33 dias após sua eleição. Até hoje a sua morte não foi bem explicada.

Frederico Antônio Kluser Eghel viajou até Roma onde entrevistou, na semana passada, uma sobrinha da freira que cuidava do Papa e que após a sua morte fez voto de silêncio. Mantendo o critério das entrevistas aqui publicadas passaremos a chamar a entrevistada de Beatrice.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Olá Beatrice, boa tarde. Me ligaram sexta passada falando que tinhas algo revelador sobre a morte do Papa João Paulo I que tua tia havia revelado a ti. Mas ela não havia feito voto de silêncio?

Beatrice – Boa tarde, Frederico. Sim, é verdade. Mas no seu leito de morte ela me contou o que ocorrera no dia anterior à morte do Papa e pediu para que eu revelasse somente a ti, pois ela sempre gostou das histórias que escrevias quando estavas aqui na Itália.

F.A.K.E. – Já fico feliz com este voto de confiança. Mas o que ela confidenciou? Afinal, alguns dizem que ele foi assassinado para não revelar escândalos do Vaticano, outros de que foi envenenamento por uma trama de outros cardeais.

Beatrice – É verdade que o Papa João Paulo I andava com sua saúde bem debilitada, especialmente, pela rotina estressante que ele tinha no Vaticano. Mas desde o início do seu papado ele passou a causar, digamos assim, problemas para alguns cardeais.

F.A.K.E. – Como assim?

Beatrice – Ora, ele recusou uma coroação formal. A sua humildade não permitiu que aceitasse ser carregado como foram os outros papas.

F.A.K.E. – Mas é verdade que não houve uma necropsia, pelo menos não divulgada, e seu corpo foi logo embalsamado, sem que as verdadeiras causas de sua morte fossem reveladas ao público

Beatrice – Por isso, pedi para te chamar Frederico.

F.A.K.E. – Então me conte, Beatrice, o que tua tia lhe revelou?

Beatrice – Na tarde anterior à sua morte, o Papa chamou em seu gabinete um de seus secretários o Pe. Diego Lorenzi e o Bispo que era responsável pelo Banco do Vaticano. Ficaram horas conversando. Pois, parece que o Papa suspeitava de algumas irregularidades financeiras.

F.A.K.E. – E o que mais ocorreu?

Beatrice – Depois que o Papa os dispensou. Ambos, foram em outro gabinete onde se encontraram com alguns Cardeais que eram contrários à postura humilde e revolucionária do Papa e mais três homens leigos, que minha tia não conhecia e nunca havia visto no Vaticano.

F.A.K.E. – E como sua tia soube disso?

Beatrice – Digamos que até no Vaticano as paredes tem ouvidos. E ela me disse que pode ouvir o Bispo afirmando que o Papa lhe tiraria do controle do Banco do Vaticano e que isso poderia representar problemas para aquelas pessoas presentes naquele gabinete.

F.A.K.E. – Então eles mataram o Papa?

Beatrice – Infelizmente, não há como saber. Mas o que ainda tenho para te contar é que naquela noite, o Cardeal Camerlengo, Villot, procurou minha tia, quando esta preparava o chá do Papa. Disse-lhe que ela deveria sair do Vaticano e se enclausurar no convento sob o voto de silêncio. Tomou-lhe a xícara com o chá e entregou para que um dos secretários do Papa levasse até João Paulo I.

F.A.K.E. – E durante a madrugada João Paulo I morreu.

Beatrice – Isso mesmo, e segundo o Vaticano, um fulminante enfarte do miocárdio.

F.A.K.E. – Quem sabe em algum dia, ainda, saberemos da verdade. Obrigado Beatrice.

Beatrice – É verdade. Eu que agradeço em te falar isso tudo, pois foi o último pedido de minha tia.

Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

24/08/2010

Ausência da entrevista da semana

O leitor assíduo do Alameda 1976 deve ter sentido falta da entrevista do Frederico Antônio Kluser Eghel desta semana. Porém, apesar de que estava tudo agendado para entrevista que ocorreria no domingo passado, quando, na sexta, ele recebeu uma ligação da Itália.

Prontamente, ele teve que pegar um avião. E, pelo que pude captar, parece que a próxima entrevista do F.A.K.E. a ser publicada aqui no Alameda 1976 virá direto da Europa.

Mas para os saudosos leitores das entrevistas do meu amigo Frederico, deixo a seguir os links das entrevistas já publicadas aqui no blog:

A verdade sobre a explosão da plataforma P-36, da Petrobrás

Desvendado o mistério da final da Copa de 1998

A morte de Tancredo e a posse de Sarney

Tenha uma boa leitura!

16/08/2010

A morte de Tancredo e a posse de Sarney

Frederico Antônio Kluser Eghel entrevistou, ontem, dia 15/08/2010, num dos bancos aqui do Alameda1976 um ex-assessor parlamentar que presenciou a eleição de Tancredo, sua morte e os arranjos efetuados para que Sarney tomasse posse como Presidente da República. Conforme é norma deste entrevistador manter-se-á sigilo acerca do entrevistado, evitando-se, assim, que ele não sofra qualquer tipo represália. O chamaremos tão somente de Gilmar.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Bom dia, Gilmar.

Gilmar – Bom dia.

F.A.K.E. – Conforme conversávamos antes você me falou que muito mistério está por trás da morte de Tancredo Neves. Isso teria relação com um suposto tiro que ele levou quando dava uma entrevista para a repórter Glória Maria?

Gilmar – Não, não foi nada de tiro. Foi envenenamento. Tanto que o seu mordomo João Rosa veio a falecer com os mesmos sintomas que o Tancredo.

F.A.K.E. – Então foi um golpe?

Gilmar (um pouco nervoso) – Sim, um golpe meticulosamente arquitetado, às vésperas da posse de Tancredo. Inclusive, o levaram para o Hospital de Base de Brasília que não possuía condições algumas para a cirurgia que seria necessária.

F.A.K.E. – Me recordo, inclusive, que o seu neto Aécio Neves em entrevista concedida ano passado, falou que seu avô havia sido vítima “de sucessivas falhas médicas e hospitalares que beiraram o absurdo“.

Gilmar – Isso, com certeza, também ocorreu.

F.A.K.E. – Mas quem foi o responsável por tal golpe?

Gilmar – Isso, provavelmente, nunca saberemos. Talvez um golpe arquitetado conjuntamente pela Ditadura e pelos seus adversários, no caso o MDB que Tancredo representava.

F.A.K.E. – Como assim? Nos explique melhor isso.

Gilmar – Tancredo foi internado na véspera de sua posse e, portanto, nunca assumiu a vaga de Presidente da República. Nesta ausência de Tancredo, quem deveria assumir? Foi aí, que “eles” se reuniram e decidiram que mesmo Tancredo não tendo assumido a Presidência o seu vice, Sarney, seria empossado.

F.A.K.E. – Mas “eles” quem?

Gilmar – Representantes do MDB e da própria ditadura. Chegaram a cogitar uma nova eleição com a participação de Ulisses Guimarães, mas os militares foram logo contrários a idéia. E o MDB não queria nem pensar na hipótese de que em uma nova disputa Paulo Maluf pudesse ser eleito. Foi, então, que concluíram que Sarney, que, anteriormente, estava aos lados dos militares, mas que naquele momento estava junto com o MDB era um nome de consenso entre eles.

F.A.K.E. – Mas então foram eles os responsáveis pelo golpe contra Tancredo?

Gilmar – Isso, como já disse, nunca saberemos.

F.A.K.E. – E a Constituição da República o que previa em casos como estes?

Gilmar – Ela era omissa, sobre o assunto. O § 1°, do artigo 75 da Constituição tratava apenas da eleição do Presidente e não do Vice. E esse foi o verdadeiro golpe dado contra a recente democracia. Dar posse a um Vice, sem que o Presidente tenha sido empossado.

F.A.K.E. – Então Sarney não deveria ter sido presidente?

Gilmar – Isso mesmo. Mas esperaram Tancredo morrer para mudar a Constituição por intermédio da Emenda Constitucional no. 25, datada de 15 de maio de 2005. Então modificaram o § 1°, do artigo 75 da Constituição, que passou a ter a seguinte redação: A eleição do Presidente implicará a do candidato a Vice-Presidente com ele registrado.” Legitimaram, assim, a posse do Sarney.

F.A.K.E. – Realmente é um absurdo o que se passa nos bastidores do poder. E se assim começamos nossa Democracia, não é de se estranhar o que veio depois e o que ainda temos que vivenciar diariamente. Obrigado, Gilmar, pela entrevista.

Gilmar – Não há de quê.

* Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

09/08/2010

Desvendado o mistério da final da Copa de 1998

Frederico Antônio Kluser Eghel entrevistou, ontem, dia 08/08/2010, aqui no quiosque do Alameda1976 um agente FIFA, de nacionalidade britânica, que afirma saber tudo o que ocorreu com a Seleção Brasileira naquela fatídica final da Copa do Mundo de 1998. Para manter o sigilo do entrevistado, visando, assim que ele não venha a sofrer qualquer tipo de repressão, passaremos a chamá-lo de Edward.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Bem, Edward, muito se falou na época sobre os fatos ocorridos com os jogadores da Seleção Brasileira. Ronaldo lesionado, convulsão, venda de título e até mesmo, que, simplesmente, a França foi melhor que o Brasil. O que tem de verdade e mentira nisso tudo?

Edward – Tem verdades e mentiras.

F.A.K.E. – Como assim?

Edward – Na época muito do que foi divulgado foi mentira, mas verdades foram ditas, e outras distorcidas.

F.A.K.E. – Eu me recordo que na época o Leonardo deu uma declaração falando que a verdade enojaria a todos. Mas que verdades seriam essas?.

Edward (suspira) – Todos falaram que no dia do jogo o Ricardo Teixeira e um representante da NIKE se reuniram com os jogadores para que eles entregassem a partida em troca de dinheiro.

F.A.K.E. – Então, realmente, ocorreu tal encontro? Foi oferecido 70.000 dólares para cada jogador, não foi isso?

Edward – Na verdade este encontro ocorreu no dia anterior à partida. Após, o jantar. E não foi somente dinheiro. A França passava por uma séria revolução social e aquele título acalmaria de certo modo, os ânimos da população. Então, tanto Ricardo Teixeira quanto o representante da NIKE falaram que havia garantia da FIFA de que em 2002 o Brasil teria seu “caminho” facilitado ao título, bem como o Brasil sediaria uma Copa ainda na gestão de Ricardo Teixeira na frente da CBF, se entregasse o título para a França.

F.A.K.E. – Mas e os jogadores aceitaram tranquilamente tal acordo?

Edward (franzindo a testa) – Na verdade, não! Tentaram argumentar, reclamar. Mas sofreram ameaças de corta de patrocínio. E lembro que para alguns jogadores foi garantida a participação na Copa de 2002.

F.A.K.E. – Quais jogadores?

Edward – Não me recordo, ao certo, mas creio que tenha sido Cafu, Roberto Carlos, Ronaldo, e teve mais um que não me lembro agora. Mas Taffarel e Dunga ainda permaneceram irredutíveis. Até que Ricardo Teixeira os chamou de lado, e pelo que pude entender garantiu que futuramente eles trabalhariam na CBF.

F.A.K.E. – E foi o que ocorreu agora em 2010.

Edward – Justamente.

F.A.K.E. – Mas e o caso Ronaldo. O que realmente houve?

Edward – Ora, a bebida já era liberada na concentração. E depois daquela reunião, alguns jogadores ficaram bebendo madrugada adentro, até que o Ronaldo teve um coma alcoólico.

F.A.K.E. – Como?

Edward – Isso mesmo. Às quatro horas da madrugada, a comissão técnica foi chamada e o Ronaldo foi levado ao Hospital por estar em coma alcoólico.

F.A.K.E. – E toda aquela história de convulsão durante o sono?

Edward – Bem, fica menos feio qualquer tipo de internação que não a verdadeira razão, não achas? E no outro dia, ainda de ressaca, a NIKE exigiu que ele entrasse em campo, mesmo a contra gosto da comissão técnica. E o resto todos nós já sabemos.

F.A.K.E. – Sim, a França deu um banho de bola e foi campeã. Obrigado Edward pela entrevista.

Edward (sorri) – De nada.

(Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência)

02/08/2010

A verdade sobre a explosão da plataforma P-36, da Petrobrás

Frederico Antônio Kluser Eghel entrevistou, ontem, dia 01/08/2010, num dos bancos aqui do Alameda1976 um ex-sargento do exército que traz informações exclusivas sobre a explosão da até então maior plataforma de exploração de petróleo do mundo a P-36. Para manter o sigilo do entrevistado, visando, assim que ele não venha a sofrer qualquer tipo de repressão, o chamaremos, apenas de André.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – André, este fato ocorreu em 15 de março de 2001, por que trazer este assunto à tona somente agora?

André – Como já saí do exército me sinto mais a vontade para esclarecer à população sobre as verdades que os governos costumam esconder do povo.

F.A.K.E. – Na época, eu lembro que foi dito que tudo não passou de um acidente e que o local atingido sequer estava sendo usado pela plataforma. Além do mais, o que um ex-sargento do exército tem de relação com uma plataforma de petróleo?

André – É óbvio que não foi um acidente. Por isso que eu e mais quatro colegas pertencentes a um grupo especial do exército fomos acionados, para confirmarmos a origem da explosão.

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