Posts tagged ‘Eleições 2010’

23/10/2010

Dia 31 de outubro – Breve reflexão

Está chegando o dia! É preciso parar, pensar e agir.
Momento para refletir sobre tudo o que já passou e então fazer escolhas. Mudar: pois não se está contente da forma como as coisas estão, ou Deixar assim: por acreditar que a vida está no caminho certo.
Mas é importante dar esse tempo para uma análise, por mais breve que ela seja. Afinal, decisões são importantes, principalmente neste dia!

Irei pensar: O que fiz para deixar as coisas do modo que estão? O que deixei de fazer? Tudo está certo? Preciso mudar algo? Permito que tudo continue desse jeito?

Realmente é preciso parar, pensar e agir

Afinal, todo ano, nesta data é a mesma coisa: meu aniversário. Oportunidade para avaliar os caminhos que percorro e as atitudes que tomo.

E neste dia 31 de outubro também tem eleição para presidente e, portanto, é preciso parar, pensar e agir. Nem que seja para concluir sobre a razão de ter permitido que nosso país tivesse opções tão tacanhas para seu potencial!

04/10/2010

Curiosidades da Eleição de 2010

Algumas curiosidades em relação aos resultados das eleições de ontem:

1) Desde a posse de Sarney (com a morte de Tancredo), aparentemente, esta será a primeira vez que Marco Maciel não irá para Brasília. O então Senador, pelo DEM no Estado de PE, não conseguiu se reeleger;

2) Collor e Heloísa Helena não conseguiram convencer o eleitorado de Alagoas e, assim, não se elegeram Governador e Senadora, respectivamente;

3) Tiririca, deputado federal mais votado em São Paulo (1.353.820) e Garotinho, deputado federal mais votado no Rio de Janeiro (694.862) são do mesmo partido, o PR;

4) Tanto em Sergipe quanto em Alagoas pai e filho se elegeram Senador e Deputado Federal, respectivamente. Inclusive os filhos foram os deputados federais mais votados em seus Estados. São eles: Renan e Renan Filho, em Alagoas, e Valadares e Valadares Filho, em Sergipe;

5) Figuras carimbadas da política, como Marco Maciel, não conseguiriam se eleger. Também participam desta “categoria”: Tasso Jereissati, pelo PSDB do Ceará, Mão Santa e Heráclito Fortes, no Estado do Piauí;

6) Em Roraima Romero Jucá (PMDB) foi eleito Senador e sua ex-esposa Teresa Jucá (PMDB) foi eleita Deputada Federal, como mais votada em seu Estado;

7) Ivo Cassol (PP), mesmo envolvido em denúncias, foi eleito Senador pelo Estado de RO;

8 ) No Acre, os irmãos Tião Viana e Jorge Viana, ambos do PT, foram eleitos Governador e Senador, respectivamente.

28/09/2010

O poder do perdão ou Interesses políticos

Este post pode ter um dos títulos acima. Deixo para você, caro leitor, a escolha!

Certa vez alguém publicou no twitter que o Estado de São Paulo tinha os eleitores mais politizados. Com todo respeito em quem vota em Paulo Maluf, Netinho e Tiririca, não consigo entender que esta atitude signifique a existência de um eleitorado politizado.

Pois bem, vamos ao que interessa no momento: hoje pela manhã havia lido que Netinho se arrependera pela violência cometida contra a esposa (e contra o repórter?). E agora à noite vejo que “Feministas apoiam Netinho de Paula para o Senado“. Como? Devo não ter lido direito a notícia.

Mas é isso mesmo: “ativistas do movimento de mulheres declaram apoio ao candidato ao Senado pelo PCdoB, Netinho de Paula …“. Logo sou trazido pela razão quando constato que as tais ativistas são do partido do candidato. Está, então, explicado o posicionamento.

Antes que alguém me questione quero esclarecer que acredito na possibilidade do arrependimento e também do perdão. Mas se Netinho queria tanto se arrepender e ato contínuo ser perdoado não deveria ter tal atitude bem antes de ser candidato? Por isso, acredito que o posicionamento do cantor Netinho é puro interesse eleitoral.

Mas caso você acredite no cantor/candidato pode ficar com o primeiro título deste post. Caso contrário talvez Netinho seja um bem para o Congresso. Afinal, as noites de pizza poderão ter o acompanhamento de um pagode. Contudo, não sei se fará bem para o Brasil!

Reflita! Afinal, três de outubro é logo ali!

12/09/2010

Fragmentos sobre Política – Parte 1 – Ideologia versus “cordialidade”

Nos últimos dias meu twitter está repleto de twetts sobre política. Contudo, não estão discutindo política. Discutem partidarismo ou opiniões pessoais. Não há discussões ideológicas.

Exemplos claros de problemas de ideologias são possíveis de vislumbrar nos últimos dois partidos que tiveram seu representante escolhido para presidir a Nação. Primeiro, o PSDB que em seu Estatuto previa a defesa do Parlamentarismo. Contudo, nos oitos anos de governo presidencialista sequer se manifestou acerca do seu entendimento ideológico. Segundo, o próprio PT, que se diz Partido dos Trabalhadores, mas que muito fez contra os mesmos. Vide exemplos de greves antes apoiadas e depois rechaçadas e a cobrança de previdência dos aposentados. Esta última, inclusive, o PSDB tentou por tantas vezes aprovar e o PT impedia. Porém ao assumir o “poder” tratou de aprovar a medida.

Mas isso não é privilégio somente desses dois partidos. Provavelmente encontraríamos exemplos para citar de cada um dos partidos existentes no país. Tais são, muitas vezes, as alianças esdrúxulas realizadas ou os posicionamentos contraditórios adotados.

Constata-se, assim, flagrante desrespeito às posturas ideológicas. Mas será que elas existem ainda nos dias de hoje? Arrisco em dizer que tais posturas são cada vez mais raras. Pensar em ideologia como concepção do mundo ou como o resultado das condições de relações sociais, ela pode até existir, contudo, em flagrante desrespeito à coletividade. Exemplo claro é a ausência de ideologias partidárias. E isso reflete diretamente no contexto cultural.

Já disse Alfredo Bosi, em Dialética da Colonização:

Cultura é o conjunto das práticas, das técnicas, dos símbolos e dos valores que se devem transmitir às novas gerações para garantir a reprodução de um estado de coexistência social. A educação é o momento institucional marcado do processo”. (pág. 16)

Nossa educação é institucional e não ideológica. E quando ideologia se passa às novas gerações é aquela preponderante num contexto global, onde sempre nos dispomos de forma subserviente.

Daí tão recente os dizeres de Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do Brasil, quando trata da figura de cordialidade a que está revestido o(a) brasileiro(a).

E a cada dois anos, nas vésperas do mês de outubro o que mais podemos constatar é a existência de homens e mulheres “cordiais”, que, em sua maioria, pouco ligam para ideologias partidárias ou de bem comum.

Porém, essa cordialidade, como disse Holanda, nada tem a ver com ‘boas maneiras’ e civilidade. Diz o historiador:

Nossa forma ordinária de convívio social é, no fundo, justamente o contrário de polidez. Ela pode iludir na aparência – e isso explica pelo fato de a atitude polida consistir precisamente em uma espécie de mímica deliberada das manifestações que são espontâneas no ‘homem cordial’: é a forma natural e viva que se converteu em fórmula. Além disso a polidez é, de algum modo, organização de defesa ante a sociedade. Detém-se na parte exterior, epidérmica do indivíduo, podendo mesmo servir, quando necessário de peça de resistência. Equivale a um disfarce que permitirá a cada qual preservar inatas suas sensibilidades e suas emoções.

Por meio de semelhante padronização das formas exteriores da cordialidade, que não precisam ser legítimas para se manifestarem, revela-se um decisivo triunfo do espírito sobre a vida. Armado dessa máscara, o indivíduo consegue manter sua supremacia ante o social. E, efetivamente, a polidez implica uma presença contínua e soberana do indivíduo”. (pág. 147)

Talvez, conseguimos extrair dessas palavras a razão de pessoas que, durante anos, pouca atenção concedem à população de um modo geral, mas que em período pré-eleitoral se revestem de cordialidade e querem fazer a população crer em suas promessas. Contudo, o que se pode observar após as eleições é interesses particulares, pessoais e ou de algumas corporações prevalecerem sobre as vontades da coletividade. Continua o historiador:

Na tão malsinada primazia das conveniências particulares sobre os interesses de ordem coletiva revela-se nitidamente o predomínio do elemento emotivo sobre o racional. Por mais que se julgue achar o contrário, a verdadeira solidariedade só se pode sustentar realmente nos círculos restritos e a nossa predileção, confessada ou não, pelas pessoas e interesses concretos não encontra alimento muito substancial nos ideais teóricos ou mesmo nos interesses econômicos em que se há de apoiar um grande partido”. (pág. 182)

É o retorno do questionamento da falta de pensamento ideológico. Os partidos políticos e seus representantes perderam a noção do que realmente deveriam representar, ou seja, o povo, o bem comum. Talvez isso tudo seja um sintoma de inadaptação do brasileiro ao regime legitimamente democrática, conforme nos ensina Holanda:

“Assim, a ausência de verdadeiros partidos não é entre nós, como há quem o suponha singelamente, a causa de nossa inadaptação a um regime legitimamente democrático, mas antes um sintoma dessa inadaptação”. (pág.183)

Resta-nos saber se tal sintoma é involuntário ou proposital. Eu fico com a segunda interpretação.

Por Gilberto Rateke Jr.

——

Referências bibliográficas:

Citadas:

- BOSI, Alfredo. Dialética da colonização.3ª. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
- HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26ª. Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

Lidas:

- BOFF, Leonardo. Ética e moral. Petrópolis/RJ: Vozes, 2003.
- CAPELLA, Juan Ramón. Os cidadãos servos. Trad. Lédio Rosa de Andrade e Têmis Correia Soares. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, Editor, 1998.
- CONSTANT, Benjamin. Escritos de política. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
- DAMATTA. Roberto. Carnavais, malandros e heróis. 6ª. Ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.
- HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia – entre facticidade e validade. Vol. II. Trad. Flávio Beno Siebeneichler. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997.
- LÖWY, Michael. Ideologias e ciência social. 17ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2006.
- RATEKE Jr, Gilberto. Artes, manhas e artimanhas do malandro na literatura dramática brasileira – astúcias, sedução e criminalidade em O Noviço e Ópera do Malandro. 2006. Dissertação (Mestrado em Literatura Brasileira) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

27/08/2010

Cine Alameda 1976 – Um Distinto Cavalheiro

“De Pilantra a Congressista”

Do diretor de Jonathan Lynn e com uma boa representação de Eddie Murphy, Um Distinto Cavalheiro, filme lançado em 1992, é extremamente atual e condizente com a política praticada em nosso país nos dias de hoje.

No filme, Thomas Jefferson Johnson (Eddie Murphy) um pilantra que pratica pequenos golpes e chantagens, descobre que as verdadeiras negociatas ocorrem no Congresso Norte Americano. Aproveita o falecimento repentino do então congressista Jeff Johnson para utilizar-se do seu nome para ser eleito. Sem nunca ter aparecido em TV ou jornais Thomas Jefferson Johnson, ou apenas, Jeff Johnson foi eleito para o Congresso Norte Americano.

Quantos dos candidatos atuais concorrendo no próximo pleito de nossas eleições estão utilizando-se do seu nome, da sua fama e da sua suposta popularidade para serem eleitos? Quais suas propostas? Sabem que papel desempenhar no Congresso e Assembléias Legislativas?

O filme mostra “celebridades” que foram eleitas, mas que nada sabem o que fazer no Congresso. E mostra o eleito Thomas Johnson angariando fundos para seu gabinete, pouco se importando com as votações necessárias para a população. Muito diferente do que ocorre nas nossas casas legislativas?

Porém, no filme, o personagem de Eddie Murphy acaba se apaixonando e com isso passa a questionar sua própria índole e seu papel como congressista. Até o ponto de desmascarar as negociatas, desvios de verbas e favorecimentos do mais conceituado e “respeitado” congressista Norte-Americano.

Aqui já sabemos: tudo acaba em pizza!

Portanto, o filme nos trás uma boa lição de como devemos respeitar o nosso voto! Urna não é lixeira para elegermos qualquer um, nem tampouco mantermos no poder quem nada fez, faz ou fará pelo bem comum!

Nota: 8 – recomendo muito!

21/08/2010

Eleições 2010 – Pergunta aos candidatos (terceira pergunta)

Como eu já afirmara no primeiro post sobre este assunto:

O proprietário deste blog enviou cinco perguntas para os candidatos ao Governo do Estado de Santa Catarina, ou ao menos tentou fazer contato com assessorias de imprensa e e-mails de contato em sites/blogs de campanha para poder enviar as perguntas. O intuito era o de ajudar o eleitor a fazer a sua escolha. Afinal, desde que o blog foi criado a pouco mais de um mês a média é de 50 visitas por dia, e apostando nisso acreditava ser uma iniciativa interessante.

Talvez tenha sido um pouco de pretensão deste blog imaginar que receberia alguma resposta. Mas pior seria não ter tentado.

Bem, então vamos a minha opinião sobre a terceira pergunta:

3)    Muitas crianças e adolescentes são vítimas de violência física e sexual. Há em seu projeto de Governo, alguma atenção especial para elas?

Infelizmente, muitas crianças e adolescentes continuam todos os dias a sofre violência física, sexual ou psicológica. E as políticas públicas desenvolvidas nesta área não dão conta de atender a demanda.

Desta forma, além de capacitar os profissionais de serviço social, psicologia e conselheiros tutelares, necessário, também a ampliação desse quadro de profissionais (especialmente psicólogos e assistentes sociais).

Concomitantemente, é mais do que necessário investir numa política de prevenção e educação. Não bastam novas leis (como a lei da palmada), é importantíssimo investir na prevenção. Deste modo, é possível a médio e longo prazo modificar um tipo de “cultura” totalmente abominável.

E, por fim, em parcerias com o entre o Serviço Social, Poder Judiciário e Segurança Pública garantir celeridade nos processos de violência contra crianças e adolescentes.

Gilberto Rateke Jr. (@gilbertorateke)

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Não leu a opinião sobre a segunda pergunta? Então clique aqui.

Ainda não está participando da promoção “seu comentário pode valer um livro“? Comenta aí!!!

20/08/2010

Eleições 2010 – Pergunta aos candidatos (segunda pergunta)

Como eu já afirmara no primeiro post sobre este assunto:

O proprietário deste blog enviou cinco perguntas para os candidatos ao Governo do Estado de Santa Catarina, ou ao menos tentou fazer contato com assessorias de imprensa e e-mails de contato em sites/blogs de campanha para poder enviar as perguntas. O intuito era o de ajudar o eleitor a fazer a sua escolha. Afinal, desde que o blog foi criado a pouco mais de um mês a média é de 50 visitas por dia, e apostando nisso acreditava ser uma iniciativa interessante.

Talvez tenha sido um pouco de pretensão deste blog imaginar que receberia alguma resposta. Mas pior seria não ter tentado.

Bem, então vamos a minha opinião sobre a segunda pergunta:

2)    Mesmo com a tão falada “descentralização”, muitas pessoas saem do interior para receber atendimento médico em Florianópolis. O que você pensa da “descentralização”? E no seu Governo o que será feito para que as pessoas não precisem se deslocar tanto para ter um atendimento de saúde?

No meu ponto de vista, a descentralização serviu apenas para, de certo modo, descentralizar o serviço burocrático do Estado e para facilitar/divulgar algumas ações do Governo do Estado pelo interior (espero que ao menos para isso tenha servido).

Não sou contra a descentralização. No entanto, o que se observa, ao menos no caso da Saúde é que ela não se concretizou. E este é o principal problema. Afinal, os Hospitais e unidades de atendimento de saúde na Capital acabam por atender pessoas do Estado todo, prejudicando, de certa maneira, o atendimento à população da Grande Florianópolis.

Lembro de um caso, quando estava em um posto de saúde, que parou uma Van de um outro município para pegar remédio em um posto de saúde da Capital. É a Prefeitura de Florianópolis que tem que arcar com o custo desta medicação?

Quero deixar bem claro, que este comentário não é de forma alguma “bairrista”. O meu desejo é que as pessoas do interior do Estado possam ser atendidas na sua região. E que existam Hospitais especializados em diversas áreas espalhados por todo o Estado. Isto sim, seria a descentralização.

Já foi efetuada alguma estatística de quantas pessoas sofreram acidentes em estradas federais e/ou estaduais por que tiveram que se locomover de seu município para ser atendido em Florianópolis? Se uma única pessoa morreu em um único acidente que possa ter ocorrido. Isto já demonstra o quanto é equivocado este tipo de atendimento à saúde que é oferecido em nosso Estado.

Portanto, sou a favor de que existam Hospitais, ou Unidades de Pronto Atendimento em diversas regiões do Estado. Evitando-se, assim, o deslocamento do cidadão de seu município até a Capital, na busca de um atendimento médico de qualidade. Se Santa Catarina deseja figurar entre os principais Estados da Nação esta atitude precisa ser tomada como prioridade!

Gilberto Rateke Jr. (@gilbertorateke)

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Vai me dizer que ainda não está participando da promoção “seu comentário pode valer um livro“? Estás esperando o quê? Comenta aí!

19/08/2010

Eleições 2010 – Pergunta aos candidatos

O proprietário deste blog enviou cinco perguntas para os candidatos ao Governo do Estado de Santa Catarina, ou ao menos tentou fazer contato com assessorias de imprensa e e-mails de contato em sites/blogs de campanha para poder enviar as perguntas. O intuito era o de ajudar o eleitor a fazer a sua escolha. Afinal, desde que o blog foi criado a pouco mais de um mês a média é de 50 visitas por dia, e apostando nisso acreditava ser uma iniciativa interessante.

Talvez tenha sido um pouco de pretensão deste blog imaginar que receberia alguma resposta. Mas pior seria não ter tentado.

Deste modo, transcreverei aqui as cinco perguntas e emitirei as minhas opiniões sobre elas.

Primeiramente, vamos as perguntas:

1) Consideremos que haja uma catástrofe na ilha de Florianópolis e seja necessária uma evacuação da cidade. Somente as duas pontes darão vazão a esta situação? Há algum projeto em relação à mobilidade urbana da Grande Florianópolis?

2)    Mesmo com a tão falada “descentralização”, muitas pessoas saem do interior para receber atendimento médico em Florianópolis. O que você pensa da “descentralização”? E no seu Governo o que será feito para que as pessoas não precisem se deslocar tanto para ter um atendimento de saúde?

3)    Muitas crianças e adolescentes são vítimas de violência física e sexual. Há em seu projeto de Governo, alguma atenção especial para elas?

4)    A ausência da segurança pública, seja para atendimento à população seja para um atendimento adequado ao preso/condenado, é algo latente em nosso Estado. Quais são suas metas para essas questões?

5) Qual será seu primeiro ato/medida como Governador(a)?

Hoje, opinarei sobre a primeira pergunta:

15/08/2010

Eleições 2010 – Homenagem ao malandro

Com as eleições batendo às nossas portas, achei interessante transcrever a letra desssa música de Chico Buarque:

Homenagem Ao Malandro

“Eu fui fazer um samba em homenagem
à nata da malandragem, que conheço de outros carnavais.
Eu fui à Lapa e perdi a viagem,
que aquela tal malandragem não existe mais.
Agora já não é normal, o que dá de malandro
regular profissional, malandro com o aparato de malandro oficial,
malandro candidato a malandro federal,
malandro com retrato na coluna social;
malandro com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal.
Mas o malandro para valer, não espalha,
aposentou a navalha, tem mulher e filho e tralha e tal.
Dizem as más línguas que ele até trabalha,
Mora lá longe chacoalha, no trem da central.”

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