Muitos pensam que sabem o que ocorreu no dia 11 de setembro de 2001. Porém, ninguém quer realmente entender o que houve.
Por isso, Frederico Antônio Kluser Eghel foi procurar uma fonte segura dentro do Estado Norte Americano para nos contar o que realmente ocorreu naquele fatídico dia. Nossa fonte, como de costume, não será revelada e passaremos a chamá-la de Richard.
Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Boa tarde, Richard.
Richard – Boa tarde, Fred.
F.A.K.E. – Richard, fontes oficiais nos contaram que os ataques ocorridos contra os E.U.A. no dia 11 de setembro foram organizados pela Al-Qaeda o que gerou a invasão do Afeganistão e posteriormente do Iraque.
Richard – Como tudo ao longo do tempo, a história é narrada pelos vencedores e não pelos derrotados. Então, tem-se a história contada por fontes oficiais do Governo Americano, que nunca prenderá os responsáveis por tais ataques, afinal, elas estão andando calma e tranquilamente em solo americano. O maior império não foi o Romano e o pior dos ditadores não foi Hitler. Vivemos numa época pior do que as de antigamente. Hoje inocentes morrem sob a argumentação de defender “os meus”.
F.A.K.E. – Como assim?
Richard – O que importava naquela época e passou a importar a partir de então (pensa um pouco) na verdade desde o fim da chamada Guerra Fria, era defender “os meus”. Só que “os meus” não era em si uma raça, uma etnia ou uma religião. Mas sim interesses políticos e econômicos.
F.A.K.E. – Você está querendo dizer então que não foi um ataque terrorista?
Richard – Fred, quem compõe a Al-Qaeda? Bin Laden para os E.U.A. é apenas uma fonte com informações importantíssimas contra o próprio governo. Assim como era Sadam Hussein que trataram logo de por um fim nele. Havia armas químicas no Iraque?
F.A.K.E. – Mas então o que realmente ocorreu no fatídico 11/09/2001?
Richard – Uma cúpula do poder norte-americano, que reservarei o direito de não dizer o nome, um mês antes do ocorrido, se reuniu em uma das salas da Casa Branca e decidiram, detalhadamente, tudo o que viria a ocorrer um mês depois.
F.A.K.E. – Já que não queres dizer quem eram, e não vou te obrigar, não podes dizer quem elas representavam?
Richard – Estavam ali representantes da Casa Branca, das Forças Armadas e dos poderes político e econômico norte-americano.
F.A.K.E. – Então os edifícios foram realmente demolidos?
Richard – Isso mesmo. Cada explosão detalhadamente cronometrada. Cada câmera devidamente bem instalada para registrar o ocorrido. E cada desculpa e medidas prontas a serem faladas e colocadas em prática.
F.A.K.E. – Mas precisava atacar as torres gêmeas? E o pentágono? E os supostos terroristas?
Richard – Ora, Fred, As torres precisavam ser demolidas, e não somente as “gêmeas”, mas as três torres. A menor, também, ruiu, mesmo sem ter sido acertada por nenhum avião, mas poucos falam sobre. No pentágono você não viu destroços de qualquer avião. E quanto aos terroristas já se possuía a relação dos supostos nomes 30 dias antes do evento. Lembra do que te falei. Tudo devidamente planejado. Você realmente acredita que os E.U.A. não conseguiriam antever um ataque destes antes de ocorrer? Já assistiu V de vingança? Apesar de ser ficção esclarece muito bem a forma que se faz um Governo Autoritário e de Direita.
F.A.K.E. – E qual a razão de tudo isso?
Richard – Três fatores foram preponderantes para o que ocorreu no dia 11 de setembro. Uma de ordem econômica, outra de ordem política e econômica e uma outra de ordem simplesmente política. A primeira, de ordem econômica diz respeito aos cofres que existiam no sub-solo do World Trade Center, na noite anterior valores extratosféricos foram retirados por caminhões e posteriormente depositados em três contas bancárias de instituições financeiras em paraísos fiscais, sendo uma do presidente da empresa financeira, outra do representante do Governo e a terceira, com valor um pouco menor que as duas anteriores, para futuros financiamentos de eventuais “atentados terroristas”. Todo o valor, supostamente queimado, foi resgatado por empresa seguradora e pelo próprio governo americano.
F.A.K.E. – Incrível. E os outros dois fatores?
Richard – O de ordem política diz respeito ao papel do Governo norte-americano que estava sendo questionado e precisava se posicionar em defesa de seus interesses no oriente médio. E o de política e econômica tem relação direta com a necessidade de renovar o estoque dos armamentos bélicos, cujas empresas foram as principais financiadoras da campanha do então presidente dos E.U.A. Fácil constatar que tudo foi prontamente arquitetado para que os E.U.A. pudessem então tomar todas as atitudes de “combate ao terrorismo”. Inclusive constroem um muro para separa os E.U.A. do México. Tipo muro de Berlim … tipo Hitler … Mas a maioria aceita as tais “versões oficiais”. O que vãos fazer?
F.A.K.E. – É verdade, Richard. Nos resta contar a verdade e esperar que ela possa chegar nos ouvidos do maior número de pessoas possíveis.
Richard – É Fred, quem sabe …
Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.





















