Posts tagged ‘Frederico Antônio Kluser Edhel’

13/09/2010

A verdade sobre o atentado de 11/09/2001

Muitos pensam que sabem o que ocorreu no dia 11 de setembro de 2001. Porém, ninguém quer realmente entender o que houve.
Por isso, Frederico Antônio Kluser Eghel foi procurar uma fonte segura dentro do Estado Norte Americano para nos contar o que realmente ocorreu naquele fatídico dia. Nossa fonte, como de costume, não será revelada e passaremos a chamá-la de Richard.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Boa tarde, Richard.
Richard – Boa tarde, Fred.
F.A.K.E. – Richard, fontes oficiais nos contaram que os ataques ocorridos contra os E.U.A. no dia 11 de setembro foram organizados pela Al-Qaeda o que gerou a invasão do Afeganistão e posteriormente do Iraque.
Richard – Como tudo ao longo do tempo, a história é narrada pelos vencedores e não pelos derrotados. Então, tem-se a história contada por fontes oficiais do Governo Americano, que nunca prenderá os responsáveis por tais ataques, afinal, elas estão andando calma e tranquilamente em solo americano. O maior império não foi o Romano e o pior dos ditadores não foi Hitler. Vivemos numa época pior do que as de antigamente. Hoje inocentes morrem sob a argumentação de defender “os meus”.
F.A.K.E. – Como assim?
Richard – O que importava naquela época e passou a importar a partir de então (pensa um pouco) na verdade desde o fim da chamada Guerra Fria, era defender “os meus”. Só que “os meus” não era em si uma raça, uma etnia ou uma religião. Mas sim interesses políticos e econômicos.
F.A.K.E. – Você está querendo dizer então que não foi um ataque terrorista?
Richard – Fred, quem compõe a  Al-Qaeda? Bin Laden para os E.U.A. é apenas uma fonte com informações importantíssimas contra o próprio governo. Assim como era Sadam Hussein que trataram logo de por um fim nele. Havia armas químicas no Iraque?
F.A.K.E. – Mas então o que realmente ocorreu no fatídico 11/09/2001?
Richard – Uma cúpula do poder norte-americano, que reservarei o direito de não dizer o nome, um mês antes do ocorrido, se reuniu em uma das salas da Casa Branca e decidiram, detalhadamente, tudo o que viria a ocorrer um mês depois.
F.A.K.E. – Já que não queres dizer quem eram, e não vou te obrigar, não podes dizer quem elas representavam?
Richard – Estavam ali representantes da Casa Branca, das Forças Armadas e dos poderes político e econômico norte-americano.
F.A.K.E. – Então os edifícios foram realmente demolidos?
Richard – Isso mesmo. Cada explosão detalhadamente cronometrada. Cada câmera devidamente bem instalada para registrar o ocorrido. E cada desculpa e medidas prontas a serem faladas e colocadas em prática.
F.A.K.E. – Mas precisava atacar as torres gêmeas? E o pentágono? E os supostos terroristas?
Richard – Ora, Fred, As torres precisavam ser demolidas, e não somente as “gêmeas”, mas as três torres. A menor, também, ruiu, mesmo sem ter sido acertada por nenhum avião, mas poucos falam sobre. No pentágono você não viu destroços de qualquer avião. E quanto aos terroristas já se possuía a relação dos supostos nomes 30 dias antes do evento. Lembra do que te falei. Tudo devidamente planejado. Você realmente acredita que os E.U.A. não conseguiriam antever um ataque destes antes de ocorrer? Já assistiu V de vingança? Apesar de ser ficção esclarece muito bem a forma que se faz um Governo Autoritário e de Direita.
F.A.K.E. – E qual a razão de tudo isso?
Richard – Três fatores foram preponderantes para o que ocorreu no dia 11 de setembro. Uma de ordem econômica, outra de ordem política e econômica e uma outra de ordem simplesmente política. A primeira, de ordem econômica diz respeito aos cofres que existiam no sub-solo do World Trade Center, na noite anterior valores extratosféricos foram retirados por caminhões e posteriormente depositados em três contas bancárias de instituições financeiras em paraísos fiscais, sendo uma do presidente da empresa financeira, outra do representante do Governo e a terceira, com valor um pouco menor que as duas anteriores, para futuros financiamentos de eventuais “atentados terroristas”. Todo o valor, supostamente queimado, foi resgatado por empresa seguradora e pelo próprio governo americano.
F.A.K.E. – Incrível. E os outros dois fatores?
Richard – O de ordem política diz respeito ao papel do Governo norte-americano que estava sendo questionado e precisava se posicionar em defesa de seus interesses no oriente médio. E o de política e econômica tem relação direta com a necessidade de renovar o estoque dos armamentos bélicos, cujas empresas foram as principais financiadoras da campanha do então presidente dos E.U.A. Fácil constatar que tudo foi prontamente arquitetado para que os E.U.A. pudessem então tomar todas as atitudes de “combate ao terrorismo”. Inclusive constroem um muro para separa os E.U.A. do México. Tipo muro de Berlim … tipo Hitler … Mas a maioria aceita as tais “versões oficiais”. O que vãos fazer?
F.A.K.E. – É verdade, Richard. Nos resta contar a verdade e esperar que ela possa chegar nos ouvidos do maior número de pessoas possíveis.
Richard – É Fred, quem sabe …

Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

06/09/2010

Revelações sobre o furto da taça Jules Rimet

Em 1970 quando a seleção brasileira de futebol conquistou o tricampeonato, garantiu o direito de ficar em definitivo com a Taça Jules Rimet.
Porém, em 1983 o troféu foi furtado da sede da CBF.
Frederico Antônio Kluser Eghel foi procurado por um Senhor que chamaremos apenas de Conde que nos revelará novas informações sobre tal furto.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Boa tarde, Conde. Como vai?
Conde – Boa tarde, Frederico.
F.A.K.E. – Conde, antes mesmo de nos contar sobre o que você sabe acerca da taça Jules Rimet gostaria de lhe perguntar como sabe das informações que nos prestará?
Conde – Bem, Frederico, o que posso dizer é que faço parte de um grupo de pessoas que exerce uma certa influência em determinadas situações em nosso país e até do mundo. E naquela época, mais precisamente no réveillon de 83 uma das pessoas deste grupo, do qual participo, me revelou o que realmente ocorrera.
F.A.K.E. – Mas e por que revelá-las agora?
Conde – Caro, Frederico, além de te reconhecer seu potencial como jornalista gostei muito das informações que apresentaste sobre o desastre na Plataforma P-36 da Petrobrás. Admito que eu não tinha conhecimento daquelas informações. Porém, já em relação à morte do Papa João Paulo I, de Tancredo e sobre a final da Copa de 1998, não revelaste nenhuma novidade para mim. Mas gostei muito do que li e tomei esta decisão de lhe dar as verdadeiras informações acerca da taça Jules Rimet.
F.A.K.E. – Então, dessas entrevistas anteriores, tens algo a acrescentar?
Conde – Frederico, meu caro. Prefiro não opinar sobre o que escreveste. Com certeza teria muitas coisas a acrescentar, principalmente na morte de Tancredo. Mas vamos nos ater ao meu propósito de lhe falar sobre a Taça Jules Rimet. Pode ser?
F.A.K.E. – Claro, Sr. Conde. Mas é verdade que três brasileiros e um argentino planejaram o furto da taça?
Conde – Não é verdade. A verdade é que eles participaram do furto da taça. Mas não foram eles quem planejaram.
F.A.K.E. – Quem planejou então?
Conde – Frederico, lhe contarei o fato, mas não direi o nome. Me faltariam provas e poderia ter que responder a processos e, infelizmente, não tenho mais idade para me ocupar com essas preocupações.
F.A.K.E. – Então, se é verdade que Peralta, Bigode e Barbudo participaram do furto e que entregaram o troféu para o argentino Juan Carlos Hernandes. O que de novo o Sr. teria para nos contar?
Conde – Digamos que antes mesmo do furto propriamente dito, Juan Carlos Hernandes foi contratado por alguém para fazer réplicas da Taça Jules Rimet.
F.A.K.E. – Réplicas? Então foi mais do que uma?
Conde – Perfeito, Frederico. Depois, a mesma pessoa que mandou fazer as réplicas mandou contratar os assaltantes para furtarem a taça Jules Rimet. Ou seja, tanto na sala de troféus da CBF quanto no cofre haviam réplicas da taça.
F.A.K.E. – E onde estava ou está a verdadeira Jules Rimet.
Conde – Eu não vi, mas chegou aos meus ouvidos que ela está ornando devidamente a biblioteca de uma certa figura importante de nossa nação, que para somente poucas pessoas admite ser a verdadeira Jules Rimet. É isso, Frederico não tenho mais o que falar. Mas quem sabe um dia o Hernandes, se é que ainda esteja vivo possa nos revelar a verdade.
F.A.K.E. – Obrigado Sr. Conde. Espero poder entrevistá-lo em outras oportunidades.
Conde – Quem sabe, Frederico, quem sabe.

Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

16/08/2010

A morte de Tancredo e a posse de Sarney

Frederico Antônio Kluser Eghel entrevistou, ontem, dia 15/08/2010, num dos bancos aqui do Alameda1976 um ex-assessor parlamentar que presenciou a eleição de Tancredo, sua morte e os arranjos efetuados para que Sarney tomasse posse como Presidente da República. Conforme é norma deste entrevistador manter-se-á sigilo acerca do entrevistado, evitando-se, assim, que ele não sofra qualquer tipo represália. O chamaremos tão somente de Gilmar.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Bom dia, Gilmar.

Gilmar – Bom dia.

F.A.K.E. – Conforme conversávamos antes você me falou que muito mistério está por trás da morte de Tancredo Neves. Isso teria relação com um suposto tiro que ele levou quando dava uma entrevista para a repórter Glória Maria?

Gilmar – Não, não foi nada de tiro. Foi envenenamento. Tanto que o seu mordomo João Rosa veio a falecer com os mesmos sintomas que o Tancredo.

F.A.K.E. – Então foi um golpe?

Gilmar (um pouco nervoso) – Sim, um golpe meticulosamente arquitetado, às vésperas da posse de Tancredo. Inclusive, o levaram para o Hospital de Base de Brasília que não possuía condições algumas para a cirurgia que seria necessária.

F.A.K.E. – Me recordo, inclusive, que o seu neto Aécio Neves em entrevista concedida ano passado, falou que seu avô havia sido vítima “de sucessivas falhas médicas e hospitalares que beiraram o absurdo“.

Gilmar – Isso, com certeza, também ocorreu.

F.A.K.E. – Mas quem foi o responsável por tal golpe?

Gilmar – Isso, provavelmente, nunca saberemos. Talvez um golpe arquitetado conjuntamente pela Ditadura e pelos seus adversários, no caso o MDB que Tancredo representava.

F.A.K.E. – Como assim? Nos explique melhor isso.

Gilmar – Tancredo foi internado na véspera de sua posse e, portanto, nunca assumiu a vaga de Presidente da República. Nesta ausência de Tancredo, quem deveria assumir? Foi aí, que “eles” se reuniram e decidiram que mesmo Tancredo não tendo assumido a Presidência o seu vice, Sarney, seria empossado.

F.A.K.E. – Mas “eles” quem?

Gilmar – Representantes do MDB e da própria ditadura. Chegaram a cogitar uma nova eleição com a participação de Ulisses Guimarães, mas os militares foram logo contrários a idéia. E o MDB não queria nem pensar na hipótese de que em uma nova disputa Paulo Maluf pudesse ser eleito. Foi, então, que concluíram que Sarney, que, anteriormente, estava aos lados dos militares, mas que naquele momento estava junto com o MDB era um nome de consenso entre eles.

F.A.K.E. – Mas então foram eles os responsáveis pelo golpe contra Tancredo?

Gilmar – Isso, como já disse, nunca saberemos.

F.A.K.E. – E a Constituição da República o que previa em casos como estes?

Gilmar – Ela era omissa, sobre o assunto. O § 1°, do artigo 75 da Constituição tratava apenas da eleição do Presidente e não do Vice. E esse foi o verdadeiro golpe dado contra a recente democracia. Dar posse a um Vice, sem que o Presidente tenha sido empossado.

F.A.K.E. – Então Sarney não deveria ter sido presidente?

Gilmar – Isso mesmo. Mas esperaram Tancredo morrer para mudar a Constituição por intermédio da Emenda Constitucional no. 25, datada de 15 de maio de 2005. Então modificaram o § 1°, do artigo 75 da Constituição, que passou a ter a seguinte redação: A eleição do Presidente implicará a do candidato a Vice-Presidente com ele registrado.” Legitimaram, assim, a posse do Sarney.

F.A.K.E. – Realmente é um absurdo o que se passa nos bastidores do poder. E se assim começamos nossa Democracia, não é de se estranhar o que veio depois e o que ainda temos que vivenciar diariamente. Obrigado, Gilmar, pela entrevista.

Gilmar – Não há de quê.

* Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

09/08/2010

Desvendado o mistério da final da Copa de 1998

Frederico Antônio Kluser Eghel entrevistou, ontem, dia 08/08/2010, aqui no quiosque do Alameda1976 um agente FIFA, de nacionalidade britânica, que afirma saber tudo o que ocorreu com a Seleção Brasileira naquela fatídica final da Copa do Mundo de 1998. Para manter o sigilo do entrevistado, visando, assim que ele não venha a sofrer qualquer tipo de repressão, passaremos a chamá-lo de Edward.

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – Bem, Edward, muito se falou na época sobre os fatos ocorridos com os jogadores da Seleção Brasileira. Ronaldo lesionado, convulsão, venda de título e até mesmo, que, simplesmente, a França foi melhor que o Brasil. O que tem de verdade e mentira nisso tudo?

Edward – Tem verdades e mentiras.

F.A.K.E. – Como assim?

Edward – Na época muito do que foi divulgado foi mentira, mas verdades foram ditas, e outras distorcidas.

F.A.K.E. – Eu me recordo que na época o Leonardo deu uma declaração falando que a verdade enojaria a todos. Mas que verdades seriam essas?.

Edward (suspira) – Todos falaram que no dia do jogo o Ricardo Teixeira e um representante da NIKE se reuniram com os jogadores para que eles entregassem a partida em troca de dinheiro.

F.A.K.E. – Então, realmente, ocorreu tal encontro? Foi oferecido 70.000 dólares para cada jogador, não foi isso?

Edward – Na verdade este encontro ocorreu no dia anterior à partida. Após, o jantar. E não foi somente dinheiro. A França passava por uma séria revolução social e aquele título acalmaria de certo modo, os ânimos da população. Então, tanto Ricardo Teixeira quanto o representante da NIKE falaram que havia garantia da FIFA de que em 2002 o Brasil teria seu “caminho” facilitado ao título, bem como o Brasil sediaria uma Copa ainda na gestão de Ricardo Teixeira na frente da CBF, se entregasse o título para a França.

F.A.K.E. – Mas e os jogadores aceitaram tranquilamente tal acordo?

Edward (franzindo a testa) – Na verdade, não! Tentaram argumentar, reclamar. Mas sofreram ameaças de corta de patrocínio. E lembro que para alguns jogadores foi garantida a participação na Copa de 2002.

F.A.K.E. – Quais jogadores?

Edward – Não me recordo, ao certo, mas creio que tenha sido Cafu, Roberto Carlos, Ronaldo, e teve mais um que não me lembro agora. Mas Taffarel e Dunga ainda permaneceram irredutíveis. Até que Ricardo Teixeira os chamou de lado, e pelo que pude entender garantiu que futuramente eles trabalhariam na CBF.

F.A.K.E. – E foi o que ocorreu agora em 2010.

Edward – Justamente.

F.A.K.E. – Mas e o caso Ronaldo. O que realmente houve?

Edward – Ora, a bebida já era liberada na concentração. E depois daquela reunião, alguns jogadores ficaram bebendo madrugada adentro, até que o Ronaldo teve um coma alcoólico.

F.A.K.E. – Como?

Edward – Isso mesmo. Às quatro horas da madrugada, a comissão técnica foi chamada e o Ronaldo foi levado ao Hospital por estar em coma alcoólico.

F.A.K.E. – E toda aquela história de convulsão durante o sono?

Edward – Bem, fica menos feio qualquer tipo de internação que não a verdadeira razão, não achas? E no outro dia, ainda de ressaca, a NIKE exigiu que ele entrasse em campo, mesmo a contra gosto da comissão técnica. E o resto todos nós já sabemos.

F.A.K.E. – Sim, a França deu um banho de bola e foi campeã. Obrigado Edward pela entrevista.

Edward (sorri) – De nada.

(Esta é uma entrevista de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência)

01/08/2010

Novidades para Agosto

Neste mês espero coisas novas aqui no Alameda1976.

Além do Evanylson que continuará com seus palpites, passarão a escrever aqui, também, o jornalista Frederico Antônio Kluser Eghel e o Chef de cozinha Marc Gusteau Chevalier.

Frederico, além de amigo de longa data, é um excelente repórter investigativo, e possui um leque diversificado de informantes, que lhe darão entrevistas mais do que exclusivas que serão publicadas aqui no blog. Nos últimos anos estava vivendo na França onde conheceu o Marc, um excelente chef que decidiu se mudar para cá. Marc, inclusive, é sobrinho neto do famosíssimo Chef francês August Gusteau.

Pretendo, além disso, escrever relatos sobre minha experiência como Conselheiro Tutelar dos Direitos da Criança e do Adolescente e servidor na Secretaria de Assistência Social de Florianópolis/SC.

Vou continuar debatendo sobre esportes, afinal foi o que gerou mais atenção pelos meus leitores. E enveredar a comentar algo sobre política já que estamos em véspera de eleição.

Por fim, pretendo publicar, em capítulos, um romance/novela que escrevi há 17 anos, sobre um vampiro chamado Juan Auschwitz.

É aguardar e ler!

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 1.252 other followers