Leo Fardim visitou o Ateliê Alameda 1976 e nos presenteou com o belo poema abaixo:
Almirante 410 e as Rosas
Há historias que a gente conta
Que ninguém vê ou se da por conta
Que muito amor doeu no olhar
Há certos dias que a gente acorda
Com a cara suja ou se quer torta
Com a esperança de que vai mudar
Há olhares tão distantes
Batendo a porta do horizonte
Pedindo abrigo, pedindo lar
Há pessoas que lhe invadem
Sem por que ser tão selvagens
Tomam-lhe conta e vão ficar
Há seres simples e serenos
Que nos completam com acalentos
Pronto pra poder morar
Em peito grande a casa e rua
Abriga postes, pessoas e a lua
Se quiseres vem, pode ficar
Meu coração é seu, teu lar!
Quer ver mais poesias do Leo Fardim? Visite seu blog: Atelier.
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Sobre o autor do poema:
Leonardo Fardim Javaris, o Léo Fardim!
Nascido em Cachoeiro de Itapemirim, ES, no ano de 1985, e residindo atualmente em Vargem Alta, 30 KM da cidade natal.
Musico por paixão, “poeta” por natureza e aventureiro por instinto, se divide entre a musica, literatura, trabalho, família, amigos e esportes.
É gerente comercial, piloto de parapente, músico e atual aluno de paraquedismo, encontrando tempo, ainda, para poesia, amigos, família e a sagrada cervejinha.
Para seguí-lo no twitter @leofardim
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*Os textos/poemas publicados no Ateliê Alameda1976 são de responsabilidade de seus autores.