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O que é preciso para ser um time grande?

Ter sido fundado há mais tempo?

Possuir o maior número de títulos?

Ter a maior torcida?

Conquistar os títulos mais importantes?

Possuir maior patrimônio?

E este termo “grande” equivale para qual escala?

Mundial? Continental? Nacional? Regional? Estadual? Local?

Qual a razão de todas estas perguntas, das quais eu não sei responder?

Bem, é que ontem assisti, à noite, após muito tempo sem acompanhar determinado programa esportivo da TVCom SC, e pude ver ocasionalmente um comercial veiculado na RBS TV/SC, constatando, assim, uma certa dificuldade de conceitos quanto ao que é time grande, mesmo pela crônica esportiva e os meios de comunicação.

O comercial, louvável diga-se de passagem, enaltece o campeonato catarinense (que é transmitido pela emissora) afirmando que aqui em Santa Catarina há times grandes! Isto é muito importante, principalmente se levarmos em consideração a pouca valorização que os próprios clubes de futebol do estado dão para si mesmos (basta ver o baixo valor da cota de televisão).

Porém, os responsáveis pelo marketing da emissora esqueceram de combinar a linha de raciocínio/conceitos com os comentaristas/cronistas esportivos. Afinal, no programa de ontem do TVCom Esportes o comentarista Renato Semensati demonstrou que não assiste as propagandas da própria emissora em que trabalha, ou então que não concorda com o seu conteúdo. Isto por que conversando com o outro apresentador/comentarista Rodrigo Faraco, ao comentar sobre o jogador Nunes, do Avaí (episódio de confusão com jogador Bruno), ele afirmou que o jogador está em decadência: “… estava no Vasco, depois foi para o São Caetano, e agora no (pausa) disputa o campeonato catarinense

Definitivamente, falta entrosamento até mesmo entre os profissionais das diversas áreas da emissora!

 

 

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