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Santa Catarina para muitos assuntos costuma ser o “zero” da 101. E no futebol não é muito diferente.

Os cronistas esportivos de âmbito nacional pouco ou nada valorizam o futebol que é jogado em terras catarinenses.

Mas nem só os comentaristas de outros estados tratam o futebol catarinense com um certo desprezo. Os profissionais da área do esporte no próprio estado (SC) agem da mesma forma. Já escrevi sobre isto no post Rever conceitos/futebol.

Mas na prática, ou seja, no futebol jogado tem sido um pouco diferente, pelo menos nos últimos dois anos. Vejamos:

Em 2011 o estado de Santa Catarina tinha dois clubes na séria A e um na série B. Assim também era o estado do Paraná. Enquanto o Rio Grande do Sul tinha somente dois clubes na série A.

Já, em 2012 o estado do Rio Grande do Sul permaneceu com os dois times na série A e ainda com nenhum na B. Já os estados de Santa Catarina e Paraná ficaram com apenas um clube na série A. Porém, enquanto os paranaenses tem dois times na série B, os catarinenses estão com três times. Sendo que os três estão, atualmente, entre os seis melhores e o Criciúma é líder da competição.

Não pretendo discutir (nem medir) a história de cada clube. Mas apenas constatar que o futebol catarinense está crescendo e se firmando em âmbito nacional, mesmo que os profissionais do meio esportivo não estejam dando o devido valor para tal fenômeno.

E quem, também, não tem dado o devido valor aos clubes catarinenses são os seus próprios dirigentes (de clubes e federação). Basta vez que o crescimento dos clubes catarinenses não alcança, por exemplo, os valores que os clubes dos outros dois estados do sul recebem por direito de transmissão da TV.

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