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Talvez este seja o adjetivo mais apropriado para a derrota de ontem sofrida pela seleção brasileira.

Quem dera o Felipão tivesse sido o Felipão de 2002. E não o foi na parte que mais precisava: dispor o time em campo.

O Brasil, longe de ser o Brasil, deveria ontem ter sido uma Costa Rica. Mas quis ser uma Alemanha e acabou sendo Espanha. Ou seja, aumentou o número de “grandes” seleções que fizeram fiasco nesta Copa. E isto foi o grande ingrediente que fez deste torneio a Copa das Copas.

E a derrota de ontem, da forma como ocorreu, poderia trazer um importante legado: a renúncia dos dirigentes da CBF e das Federações Estaduais… Mas isto não ocorrerá, infelizmente.

Reproduzo, a seguir, alguns dos meus tuítes de ontem e hoje:

– Se o Hulk não fizer uns 3 gols hoje, confesso que não entenderei as futuras convocações dele;

– Felipão era para ter disputado essa Copa com 3 zagueiros ou 3 volantes. Ficou com medo da imprensa. E preferiu contar com Hulk, Fred, Jô…;

– E cá entre nós, não seria muito diferente com o Neymar em campo;

– Dante e Luiz Gustavo jogam na Alemanha e a marcação está frouxa? Alguma coincidência com a eliminação de 1990?;

– Felipão assumiu a seleção e manteve o esquema do Mano. Ou seja, por que mudaram o treinador?;

– E os alemães ficaram incomodados de sofrer o gol;

– Estou chateado, mas não estou triste. Isso é esporte. E ganhou o time melhor qualificado;

– Em 2016, nas olimpíadas, todos os locais de prova deverão estar prontos. Atletas e turistas também serão bem recebidos. Mas e os atletas do Brasil como estarão?;

– A Argentina também jogou mal todas as suas partidas e teve apito amigo. Mas a imprensa brasileira irá exaltá-la em caso de possível triunfo.

#VidaQueSegue

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